CANPANHA DE VACINAÇÃO 2013

A campanha nacional de vacinação contra a gripe, encerrada nesta sexta-feira (10), imunizou 2,5 milhões de pessoas no Estado. A cobertura dos grupos prioritários é, até o momento de 87,8%, sendo que 397 municípios do RS conseguiram ultrapassar a meta de atingir, ao menos, 80% dos públicos-alvo.

A aplicação das doses segue disponível no posto de saúde até o final dos estoques para os mesmos grupos prioritários. Além disso, municípios que ultrapassaram os 80% de cobertura para os grupos prioritários, a SES (Sec. Estadual de Saúde) recomenda a inclusão do grupo de crianças de dois anos até 3 anos e assim por diante. Cabendo ao município a avaliação de sua situação e definição sobre esta ampliação, o que depende do excedente que ainda possui, uma vez segundo a SES, de que não haverá novos repasses de doses.

Doses aplicadas até esta sexta-feira (10) na Unidade Sanitária de Relvado.
-Crianças (maiores de 6 meses e menores de 2 anos): 17 (73,91%)
-Trabalhadores da saúde: 35 (102,94%)
-Gestantes: 8 (72,73%)
-Puérperas (mulheres até 45 dias após o parto): 1 (50 %)
-Idosos: 530 (95,50%)
-TOTAL: 591 (94,56%)
Dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações, às 17 horas de 10/05/2013. (tec.enf. Juliana)
-grupos com comorbidades: 76 (doses)

Na prática, o final da campanha significa apenas o término da fase de mobilização. A vacinação propriamente dita prossegue até que estejam terminados os estoques conforme orienta a Sec. Estadual de Saúde. A Unidade Sanitária de Relvado continua vacinando os grupos elegíveis durante a campanha, e estende a vacinação para as crianças de 2 anos a 4 anos 11meses e 29 dias. Portanto recomenda-se que as mães compareçam ainda esta semana com seus filhos desta faixa etária a unidade de saúde portando a carteirinha de vacinação a fim de receber sua dose.

A vacina protege pelo período de até 12 meses e com maior eficácia três semanas após a aplicação. Ela promove a imunização contra três tipos de vírus influenza: influenza A H1N1, influenza A H3N2 e influenza B. A escolha das cepas considera os vírus com maior circulação nos últimos meses.

Estudos do Ministério da Saúde demonstram que a vacinação contra a influenza (gripe) reduz em, aproximadamente, 50% as hospitalizações e mortes pela doença e suas complicações, mesmo nos idosos e em grupos que apresentam comorbidades, particularmente em períodos de maior circulação do vírus. No grupo das pessoas com 60 anos ou mais, a vacina também está associada a reduções substanciais no risco de hospitalização por doença cardíaca, doença cerebrovascular e pneumonia, reduzindo consequentemente a morte por essas causas.

A vacina só é contra-indicada para pessoas com alergia ao ovo, material a partir do qual ela é produzida. Em doenças febris agudas, moderadas ou graves, recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.

Prevenção
A chamada etiqueta da gripe é uma medida simples porém importante para evitar a disseminação na doença. Entre os cuidados que se destacam está à proteção da boca e nariz ao tossir e espirrar, cobrindo-a preferencialmente com a dobra do cotovelo, evitando o uso das mãos. O vírus ao ser expelido pode depositar-se em alguma superfície onde ainda sobrevive por um período de tempo.

Caso uma pessoa venha a ter contato com essa área e depois toque olhos ou a boca pode vir a contaminar-se. Também ressalta-se a importância em lavar as mãos com freqüência, com água e sabão ou utilizando álcool em gel, assim como evitar locais com aglomeração de pessoas (escola, transporte público, centros comerciais, entre outros) se estiver com os sintomas.

Tratamento
A gripe tem cura. A afirmação busca quebrar o paradigma de que a doença é tratada apenas com descanso em casa. O tratamento tornou-se popular durante a pandemia de 2009, quando passou a ser ofertado o antiviral Oseltamivir, de nome comercial Tamiflu.

Devido ao fato de que o medicamento possui sua maior eficácia durante as primeiras 48 horas de sintomas, recomenda-se que a pessoa procure atendimento médico de imediato quando estiver com sintomas de febre, dor de garganta e dores nas articulações, musculares ou de cabeça. Juntamente a esse chamamento à população, é feito um reforço para que a comunidade médica esteja atenta a esses sintomas para a prescrição do antiviral.

O medicamento é distribuído gratuitamente nas farmácias municipais, hospitais, pronto socorros e outros locais.

Fonte: http:// www.saude.rs.gov.br
Tec.enf. Juliana Grilli – US

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